Autoconhecimento é liberdade para arriscar
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Publicado por Jota

Autoconhecimento é liberdade para arriscar


Sempre falo da importância do autoconhecimento e de como este é um pilar vital do processo de Coaching rumo à realização das metas do cliente. Ele possibilita o entendimento dos eventos passados e as melhores escolhas para os eventos futuros. Além disso, quero deixar evidente neste artigo como o autoconhecimento é libertador.

Primeiramente, o que é autoconhecimento?

Autoconhecimento é se conhecer de maneira profunda, entendendo porque você faz o que faz (valores), porque você gosta e desgosta de algumas coisas, quais são suas competências e qualidades fortes. É conseguir identificar fraquezas e características que requerem aprimoramento. E também as crenças que podem te fortalecer ou te limitar a conquistar o que deseja. Autoconhecimento é entender como o sistema e suas engrenagens funcionam. Não é simplesmente ir no piloto automático.

Por que o autoconhecimento é libertador?

Agora que você já entendeu o que é e em boa parte sua importância, você deve estar se perguntando por que eu disse que é libertador, não é? Pois bem. Uma vez que você se conhece de forma íntima, você então é capaz de se valorizar como um indivíduo. Dessa forma é possível encontrar seu verdadeiro posicionamento coletivo.

É de suma importância que você se dê o devido valor. Se não o fizer certamente outra pessoa não o fará. Nesse ponto é muito comum vermos pessoas que fazem o caminho inverso: tentam pertencer à algum grupo e serem aceitos pelos demais antes de aceitarem a si próprios.

“Como posso me aceitar se não sei quem sou? Mais fácil o grupo dizer isso por mim”. É assim que vejo muitas construções de identidade individual.

Quando o individuo reconhece seu valor, a aprovação alheia deixa de ser fundamental.

Vejo pessoas que, por não se conhecerem, estão constantemente buscando à aprovação alheia e outras tantas vezes mais se paralisando pelo medo do julgamento externo. Quando o individuo reconhece seu valor e sabe quem ele é, essas são problemáticas que se extinguem. Isso acontece porque ele tem certeza de quem é e do que não é. Essa pessoa não mais aceita rótulos e tampouco se importa com críticas destrutivas.

Valorize-se

Certamente você conhece alguém (ou talvez seja até o seu caso) que vive uma realidade em que deixa de fazer alguma coisa, de perseguir uma meta, por causa da possibilidade da falha. Mas é a falha em si que paralisa a pessoa? Não, é o receio do que os outros irão achar ou dizer dela caso isso aconteça.

Essa pessoa então fica paralisada pela possibilidade do julgamento negativo alheio. Para ela, a aprovação do outro é vital para formação do “quem sou eu”. Você percebe que esse cenário se constrói a partir da falta de autovalorização? E como é possível valorizar o que não é conhecido?

Não são as falhas que ditam quem somos ou o que somos capazes.

Me permito sempre arriscar em novas empreitadas ou áreas que não domino. Tenho a ciência de que não é a falha quem vai ditar quem sou ou do que sou capaz. Na verdade, acredito que o que faço com essa falha que é o diferencial. A falha, ao meu ver, só é um fracasso quando não aprendo absolutamente nada daquela experiência.

Possuo um autoconhecimento tão rico sobre mim (e em constante evolução), que independente do que outros digam, sei filtrar o que procede e o que não procede, o que aproveitar e o que descartar. Me sinto livre para fazer as melhores decisões para mim. Isso porque não ajo motivado pela aprovação coletiva.

Assim como escolho o que vestirei para mim e não para os outros, tomo decisões e arrisco com base nos benefícios que enxergo na proposta, não como serei visto mediante um sucesso ou fracasso. É libertador.

Desafie-se

Tenho um desafio para você. Desafio mesmo. Saia de casa vestido de forma que você julgue estar inadequado ou brega. Não precisa ser para uma festa. Pode ser para ir na padaria ou dar uma volta no quarteirão. Depois de fazer isso, me diga como você se sentiu durante e de que forma o julgamento externo foi manifestado. E mais! Me diga como este mesmo julgamento te atrapalhou de realizar a tarefa a qual você se propôs (comprar pães, dar a volta no quarteirão, buscar o cão no pet shop, etc).

Se você deseja se conhecer de verdade, te convido a vivenciar o processo de Coaching. Permita-se enxergar o mundo através de outras lentes! Ou quem sabe através de outros olhos!

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