O que você ganha não é seu
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Publicado por Jota

O que você ganha não é seu


Um dos erros mais comuns praticado pelos profissionais liberais é tomar para si, para a pessoa física, todo o montante da produção profissional. Permita-me te contar uma coisa: o que você ganha não é seu, é da sua empresa!

O que você ganha não é seu, é da sua empresa!

O primeiro passo é entender que, apesar da sua forma de trabalho depender de você, muitas vezes até da sua presença física, você é uma empresa e, com quase toda certeza do mundo, essa empresa não está interessada em viagens, sapatos, restaurantes caros, roupas e afins. Você pode ter esses interesses, mas sua empresa não.

Perceber que você é um funcionário da sua própria empresa mudará sua ótica sobre como respeitá-la e promover o crescimento da mesma.

Gastos pessoais e gastos da empresa não devem entrar no mesmo balaio! O que lhe proponho é separar sua pessoa física da jurídica em contas distintas. Entenda qual salário a empresa deve lhe pagar e se atenha a esse valor. O dinheiro produzido é da empresa, ela paga o funcionário (você), pagas as contas e ainda deve lhe sobrar uma quantia para emergências ou investimentos em retroalimentação.

Imagine um cenário em que pintou uma ótima oportunidade de fazer um curso de aprimoramento profissional, mas você não pode se inscrever pelo simples fato de que o saldo do seu cartão de crédito está tomado por despesas e gastos pessoais. Quem levou a pior? Sua empresa, não foi? E quem gera renda não é a sua própria empresa? Faz sentido então eu afirmar que neste cenário você privou o crescimento e a oportunidade de gerar um maior faturamento da sua empresa por causa de consumo pessoal?

É muito mais inteligente estar “quebrado” e ter uma empresa rica do que estar rico com uma empresa “quebrada”.

Então o que eu devo fazer?

Analise todo o faturamento da empresa. Em seguida reserve a quantidade de dinheiro necessário para pagar todos as despesas como água, luz, aluguel, condomínio e afins. Feito isso, reserve um percentual para o caixa da empresa (usado para imprevistos, investimento em marketing, novos cursos, reformas etc). O que sobrar de toda essa conta é seu, da sua pessoa física.

Neste artigo não vou nem entrar no mérito de como distribuir e aplicar esse salário de forma inteligente, senão eu escreveria mais várias páginas sobre isso, mas já adianto: gastar de forma indiscriminada, sem planejamento, é um baita erro.

Qual a primeira ação a ser tomada então? Separar AGORA as suas contas e da sua empresa! Hoje temos a facilidade de ser correntista de bancos 100% online que não cobram taxa de adesão, de manutenção da conta e nem mesmo de movimentações bancárias. Bancos como o Inter, NuBank, Original, Banco Neon, Banco Next e outros mais.

Se esse conteúdo fez sentido para você, me deixe ficar sabendo e me diga quais as principais diferenças você conseguiu notar após essa mudança. Vem comigo!

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